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Esta página pretende ser, em primeiro lugar, um meio de divulgar o concelho da Guarda,por muitos esquecido,mesmo por alguns que cá nasceram. Em segundo lugar ser local de opinião e crítica no sentido da melhoria das condições de vida nesta região.
Para os menos atentos, ao clicar nas fotografias, elas aumentam de tamanho. As fotografias, ficam à vossa disposição, podendo copiá-las e passá-las, para outros trabalhos.
A escadaria e o balcão.
Casa grande e boa, com ar de pouco uso.
Lavadouro público com saudades de ser usado.
A Igreja, ao lado o portão do camitério.
Lá água tem, mas não é para beber.
Cemitério e capela anexa.
Vamos dar a volta aqui.
A torre do relógio.
Aldeia anexa.
As placas que seguiremos, para a próxima já teremos guia.
Casa bonita na descida.
O carro é que podia estar estacionado noutro sítio.
Lava e seca, tudo à moderna dois em um.
A madeira está a quebrar, a pedra sempre firme, a aguentar.
Vai mais uma loirinha.
Repouso para conversa.
Pensando na vida
As motas sempre presente.
Não é coreto.
Hora da papa.
Nado pouco mas refresco-me.
Tempos passados mas tão presentes.
Brinca-se.
Bebo não bebo? Pode beber é garantida.
Só um pé pois está fria.
Estender a toalha.
Boa relva para se brincar.
Esplanada perto do bar.
O presidente e amigos.
Vai mais uma rodada.
Altar Mor
Capela lateral.
Aqui não se fala.
Vista total do altar
Pia baptismal
Pormenor
Porta de entrada.
Quadros com valor.
Tecto em talha .
Quadro a cuidar.
Lateral do altar.
Três cadeirões.
Altar lateral.



Na rua perto do largo da igreja.
A torre dos sinos.
Adro.
Casa velha.
Casa nova.
Há quem queira ficar.
Casarão novo.
Ruas da terra.
Estamos na fronteira .
Casa muito antiga mas muito digna.
O presidente da Junta e a sua Mãe.
Dá para apreciar a colocação das pedras.
Os figos não estavam maduros.
Nas pedras se gravavam coisas para sempre.
Pórtico de Casa Fidalga.
O presidente e a Senhora mais nova da freguesia.
Uma varanda para apanhar sol.
Estas e outras imagens são uma perdição para os larápios.
Dentro da Igreja placas com oferendas.
O altar Mor.
O Altar e a arco de entrada.
Pia Baptismal .
Corre água há muitos anos.
Lá longe a serra.
A igreja Matriz.
O que se pode ver.
Vila do Soeiro freguesia rural do concelho da Guarda com 5,31 km2 de área e 58 habitantes.
Das poucas casas não restauradas.
Casas bonitas e restauradas.
Capela antiga ,estava fechada.
Tempos de grandeza que já se foram.
Janelas empedradas, casas sem serventia.
Há ainda quem cuide da casa.
O alpendre ficou bem.
Campanário.
Que cenário!!!
A vista da aldeia ao longe .
As ventoinhas lá ao longe.
Outra vez as ventoinhas. Dão energia.
Capela muito antiga.
Obras perto da Capela. Parque de merendas?
Casa boa e restaurada.
Rua apertada com casas típicas a precisar de carinho.
Coisa antiga talhada na pedra.
Capela... com sino, na parte baixa da terra.
Corria água, quando por cá passei.
O carro é que podia ter estacionado noutro sítio assim ficou na fotografia.
Altar Mor .
Aqui vinha a banda tocar.
A porta da Capela estava fechada, mas há sempre, o recurso à boa vontade.
O portão está fechado, mas a porta está aberta.
A imagem idêntica, que acompanha o "Filipão".
Recanto e escadas para um púlpito.
Entrada de uma Capela...
Jardim até à porta se faz.
Altar lateral.
A nave da Igreja,o púlpito e no fundo o Altar.
Altar lateral.
Altar Mor e tecto.
O jardim envolvente da Igreja.
Outra Capela.
Esta aldeia esta rodeada de rochas, há quem aproveite, alguns dos seu recantos.
Com dois pedregulhos à porta.
A rua era e é, íngreme.
Roupa a corar.
Por qual das ruas vamos?
Esta rua é smpre a direito, deve ser das poucas.
O largo central, há sempre um assim, como a rua sem saída e a direita.
O Central sempre presente, em terra Portuguesa.
A Igreja Matriz.
Também é necessário.
Esperemos que não feche.
Perto da junta este grande parque. A esperança é enchê-lo.
Tudo nos indica que vamos no caminho certo.
Uma das Igrejas (S. Pedro do Jarmelo) . Esta estava fechada.
Parte dos restos do Castro do Jarmelo.
Marco geodésico de 1ª categoria, que se vê de longe, chamam-lhe "Pinoco".
Ruínas do Castro.
Restos da muralha do Castro.
Palacete e Campanário, antiga casa da Câmara, sede do concelho 1835.
Sepultura antropormófica. A "tampa".é muito posterior, séc IXX.
Oratório.
Cruzeiro e restos de muro.
Cena histórica aqui retratada e com explicação em painel anexo.
Cadeirão na sacristia.
A torneira é que era escusada.
Dentro da Igreja o púlpito.
O Altar Mor.
O Altar Mor e os laterais.
Imagens que é preciso acautelar.
Imagem de um altar lateral.
Altar do lado esquerdo.
Missas pedidas.
É de 1736 este escrito de dádiva por alma de sua mulher.
Pia Baptismal.
Pagamento de Missas.
Campanário.
Na estrada que nos conduz ao centro encontramos a Igreja de S.Miguel que estava aberta e que visitámos.
Fonte de mergulho.
No caminho, a primeira Igreja (S.Miguel).
Na entrada da estrada principal, origem da fábrica dos lactícinios do Mileu.
Esta aldeia vista do caminho.
O núcleo central da aldeia está à volta da Igreja.
Há muitas e bonitas casas novas. Prefiro as antigas, restauradas.
Perto da Igreja talvez um A.T.L.?
Quintas com lameiros.
Como estava fechada vim dar uma volta.
A imagem que faltava.
É sempre bom ter referências do passado.
Pormenor de uma cruz.
Uma alminha.
O cruzeiro.
Tudo está preparado para a procissão.
A Pia Baptismal.
Estava tudo preparado e as flores eram lindas.
Altar Mor.
A Igreja e o campanário.
Que pena esta casa neste estado!!! Que venham os netos em seu socorro.
É bem antiga.
O caixote do lixo bem pode sair dali.
Desta terra houve quem fosse para a guerra.
Esta casa não era uma casa qualquer.
Estes símbolos há que acautelar, são história.
Os ecopontos são uma praga. Não podem servir de enfeite.
Uma homenagem, das gentes desta Terra.
Casa fechada a ditar a sua degradação.
Para muitos a ilusão de irem viver para a cidade grande.
Casas que após restauração ficam melhores que apartamentos.
Escadas e balcão de categoria.
A junta de João Antão.
O sino da Igreja, que chama e alerta, quando é preciso.
Na entrada as flores habituais.
Os queijos e enchidos.
O presunto, os enchidos e alguns queijos.
Talho dos mais antigos.
Talho muito bem servido.
Talho nº1 do antigo mercado.
Charcutarias várias, sempre bem recheadas.
É peixe fresco, e a simpatia de quem lá trabalha.
Mais fruta da época.
Sempre fruta e hortaliças em abundância.
São flores, para todos os gostos e circunstâncias.
Um corropio de entradas e saídas.
Autocarros para todo o lado saem daqui.
Com o movimento que tem a zona, será bom manter-se a central,neste sítio da cidade?
Com rotunda ou sem ela há sempre muita confusão.
Quem vai passar em primeiro lugar?
As encostas pedregosas da barragem do Caldeirão.
O espelho de água e a sua atracção.
Parece a mesma foto mas não é.
Escadinhas.
A videira secular.
Um só pé tanta sombra faz.
Muro de categoria.
Homenagem a antigo morador.
Casa muito antiga.
Peixe em janela.
Pormenor da fresta.
Tronco de uma àrvore?
Pé de videira secular.
Não é mentira, é só uma videira.
Casario de Famalicão.
Irei lá acima um dia .
Pormenor da varanda fechada.
Rua de entrada na aldeia.
Casa muito linda e bem conservada.
Placa de homenagem a antigo habitante desta casa.
Agora bem mais perto. Para a próxima visita será melhor.
Como não pude ir às sepulturas Antropomórficas e outros locais, que me tinham falado, pois as estradas estavam intransitáveis, aproveitei para contemplar a paisagem.
Os sinos lá estavam e os fregueses do banco não arredavam pé.
Outra varanda de outro estilo. Muita coisa ficou para ver e fotografar.
É de Engenheiros e dos que arriscam o título.
Destas varandas só em Famalicão.
Outra ângulo da Igreja.
Uma Imagem que sobreviveu ao incêndio.
Sinceramente , não me choca muito, embora preferira o ...
Foi toda remodelada mas em um estilo moderno. Há quem não aprove, pois dizem e com alguma razão, que não dá a bota com a perdigota.
A Igreja Matriz, sofreu um incêndio enorme, que a destruiu quase por completo.
A relva não era de primeira mas já serve.
O grande Clube da terra.
Tudo muito bem cuidado.
Campo e bancada.
Capela vista lateral.
Cruz ao alto iluminada. Brincadeira de fotógrafo.
Muito bonito e bem aproveitado.
Está tudo muito bem enquadrado.
A Capela , o alpendre e o jardim envolvente.
Os meus votos de sucesso.
É pena,que não se vejam complexos destes, em todas as aldeias.
Devido ao incêndio e posterior chuvada ,estava tudo enlameado.
Fui ver as sepulturas, mas só algumas se adivinhavam.
Ia todo animado para fotografar e deparei com este cenário.
Outra casa à espera de melhores dias.
Aqui se trata o corpo e se acarinha a alma dos mais velhos.

Escola bem antiga, por onde passaram muitos miúdos.
O espaço desta escola encerrada, deve ser aproveitada, após consulta do habitantes.
Coisa antiga que se perservou.
Fontanário e portão de uma casa bonita.
Parece uma alminha integrada no muro.
O interior da Igreja Matriz.
Os cantores não estavam no coro. O autarca da Junta (penso eu), que fez o favor de abrir a porta da Igreja e contou a sua história.
Um altar lateral.
O altar lateral onde na coluna próxima se podem ver mais inscrições.
O Altar Mor de mais perto.
Altar Mor .
Inscrições nos muros e paredes mesmo no interior do templo. Tem uma história que é engraçada.
Infelizmente há casas em ruinas.
No exterior da Igreja. Por onde se entra a porta está fechada.
A torre dos sinos está na lateral da Igreja.
O museu estava fechado foi pena.
Um ribeiro cuidado.
Casa e porta muito antiga.
A porta da Igreja estava fechada, foi pena.
Já estamos na Igreja Matriz, com casa mortuária anexa.
Tudo empedrado e indicação valiosa.
Está lá, para matar a sede.
Ainda tem utilidade e serve de exemplo.
Consegui a foto mas ainda com um carro lá estacionado.
A porta D`el -Rei .
Lá está a porta.
A rua é estreita mas ainda se estaciona.
Limpo de carros só com magia de fotografo.
No interior da Igreja de S. Vicente.
Apreciem os azulejos.
Azulejos a precisar de restauro.
Obrigatório entrar e apreciar a sua riqueza.
Casa da cultura.
Aqui se compram os jornais.
Aqui vai-se à "massa".
Aqui compram-se livros.
Aqui toma-se o café.
Aqui quem quiser pode ir dormir.
Caminho para a porta dos Ferreiros.
Caminho para a Sé e Praça Velha.
Muita malta aqui estudou e estuda.
Igreja da Misericórdia .
A porta da Erva.
Porta D`el Rei.
Varanda.
Rua estreita na Judiaria.
Apesar das ruas estreitas ainda se estaciona.
Placa esclarecedora.
Precisava de se fazer alguma coisa!!!.
Este largo estava a ser restaurado.
Praça ao lado da Igreja de S. Vicente. Uma confusão!!!
Novos estacionamentos fora dos eixos.
A Praça Velha estava em obras mas havia festa.
Na praça velha também há comércio. Os toldos e as placas é que podiam ser outras.
A nave da Igreja de MAçainhas.
Umas figuras sacras.
Altar Mor.
Escadas muito inclinadas para a rua.
Rua estreita.
A Igreja com a porta fechada, espero pela chave.
Estes tanques já tiveram muita utilidade.
Parece ,que vamos arranjar as chaves, para entrar.
Casa bem restaurada.
Bom portão quinta bonita.
Terrenos de verde pintados sinal de boa chuva.
Foi um Pai que quis perpetuar o local onde assassinaram o filho.
Isto não é uma alminha mal feita como alguns possam pensar.
Altar das torturas. Quem não cumpria ou viesse por mal....(Célio Rolinho Pires)
Não é uma pedra normal. Indicaria um local, uma direcção depovoados antigos. Será uma pedra cavaleira? Para mais se saber pode-se ler a teoria do Prof. C. Rolinho Pires.